Publicidade
Institucional
Sophie Charlotte como Alice || Créditos: Divulgação/ TV Globo

Sophie Charlotte como Alice || Créditos: Divulgação/ TV Globo

Sophie Charlotte está linda na pele da Alice da novela “Babilônia”. A jovem, criada em Dubai, tem um figurino e uma maquiagem que não passam batidos. “O objetivo da equipe de caracterização foi trazer esse Oriente para as produções dela, mas de forma usável. E ousada. Os olhos são bem marcados com kajal, um traço forte dessas mulheres. As unhas são em formato stiletto. E o guarda-roupa dela tem bastante lenço e longos. Eu, quando viajei pra lá, aproveitei e trouxe vários lenços pra mim. Acho lindo.” Promete virar hit nas ruas…

* Mudando de assunto: dicas do emirado pra passar pra gente, Sophie? “Foram só cinco dias de gravação em Dubai, não tive muito tempo. Mas conheci o Museu das Mulheres, dentro do souk do ouro. Lá tem uma biblioteca cheia de autoras árabes. Muito difícil a gente julgar daqui a cultura deles, dizer que a mulher não tem voz. Também fiz um passeio no deserto, que tem uma areia bem fina. É incrível.”

* A atriz respondeu ainda qual é a maior ambição da Alice. “Liberdade. Ela idealiza o Rio como um lugar onde ela pode ser livre. A Alice faz parte de uma juventude que não sabe o que fazer com as oportunidades.” (por Michelle Licory)

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter