Publicidade
Aeroporto de Taiwan / Crédito: Divulgação

Se você é viciado em viajar e está enlouquecendo dentro de casa, vai gostar dessa ideia da administração do Aeroporto de Taiwan. De acordo com a “Reuters”, passageiros podem ir ao aeroporto de Taipei para comprar viagens ‘fake’ e ainda com direito a itinerário, check-in, controle de passaporte e visita ao interior de uma aeronave, mas sem decolar… Tudo feito de maneira muito controlada. Uma equipe do aeroporto mantém painéis de informações sobre a declaração de saúde do passageiro e as informações de quarentena  que são preenchidas em um formulário obrigatório no próprio aeroporto. O serviço já começou a ser utilizado e cerca de 60 pessoas já tiveram a oportunidade de viajar para lugar nenhum. Isso mesmo!

Além desses 60 que já “embarcaram”, outras sete mil pessoas estão na lista de espera para participarem da experiência. Os passageiros são escolhidos aleatoriamente, mas os interessados não precisam se preocupar: os voos falsos vão continuar acontecendo e serão cada vez mais frequentes. Os passageiros recebem cartões de embarque e passam pela segurança e imigração antes de “embarcarem” no Airbus A330 da maior companhia aérea de Taiwan, a China Airlines, em que os comissários de bordo os atendem “normalmente”. O que a saudade de viajar não faz, né minha filha?

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter