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Apolo, Tancinha e Beto em ‘Haja Coração’ // Divulgação

A reprise de Haja Coração segue de vento em popa no horário das 7 da Globo. E o trio formado por Tancinha (Mariana Ximenes), Apolo (Malvino Salvador) e Beto (João Baldasserini) está pegando fogo e é responsável por momentos divertidos da novela.

Apesar do jeito ciumento e um tanto estourado do personagem, Malvino Salvador diz que com certeza seria amigo de Apolo, se ele fosse real: “Ele é um cara do bem, honesto e apaixonado. E, apesar de ser bruto, tem um coração gigante. É um dos personagens que eu guardo com muito carinho nesta minha trajetória de 16 anos de carreira na televisão”. O ator, que acaba de testar positivo para Covid-19, após viagem com a família para Fernando de Noronha,  falou mais sobre a reprise e o personagem. Confira a entrevista:

Qual foi a sua reação ao saber do retorno de ‘Haja Coração’?
Fiquei feliz porque é uma novela solar, divertida e leve. E é tudo o que estamos precisando neste momento. Tivemos um ano complicado, uma realidade difícil para enfrentar, e essa novela vem como um respiro no meio de tantas notícias pesadas. É uma história de amor e com humor.

O que o Apolo significa dentro da sua trajetória profissional?
Apolo foi um personagem que gostei muito de fazer. Ele é um cara do bem, honesto e apaixonado. E, apesar de ser bruto, tem um coração gigante. Se ele fosse real, com certeza, eu seria amigo do Apolo. É um dos personagens que eu guardo com carinho nesta minha trajetória de 16 anos de TV.

Apolo é um personagem emblemático e que nos anos 1980 foi marcado pela interpretação de Alexandre Frota em ‘Sassaricando’. O trabalho dele foi, de certa forma, referência para você ou preferiu não rever? Como foi o seu trabalho de composição?
Assisti à novela na época e me divertia muito com Tancinha e Apolo. Mas, apesar da trama ser inspirada em ‘Sassaricando’, Daniel (Ortiz, autor) fez uma releitura e criou a própria história. Eu optei por criar o Apolo a partir do que ele escreveu. Então busquei referências no texto e em coisas que julgava importantes para o meu processo de composição.

Que lembranças você tem da época das gravações?
Foi uma novela leve de ver e de fazer. Nossos bastidores eram ótimos, com um elenco afinado e muito bem-humorado. Era um prazer ir para o set gravar, porque sabia que teria um dia bom com os meus colegas. Lembro quando fomos gravar a primeira cena de corrida, quando o Apolo virou piloto, fui dar uma voltinha num daqueles carros de corrida com um piloto profissional! O coração veio na boca! Foi um trabalho que, quando terminou, deixou saudade

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