Publicidade
Nesta conversa, Bob compartilha os diferenciais do espaço, sua abordagem inclusiva e sustentável, e os planos ambiciosos para o futuro

Com uma estrutura de 2000m², capacidade para 2.200 pessoas e serviços exclusivos que transformam qualquer ocasião em uma experiência única, o Varanda Estaiada vem se consolidando como um dos mais desejados para eventos sociais e corporativos em São Paulo. À frente desse projeto inovador está Bob Dannenberg, um dos sócios, que combina visão estratégica e paixão por eventos para entregar um serviço impecável.

O espaço tem se destacado como uma opção versátil para eventos. Como você descreveria sua estrutura e os diferenciais para atender tanto eventos sociais quanto corporativos?

Trabalhamos com um ambiente multifuncional de 2.000m² e capacidade para até 2.200 pessoas, projetado para oferecer flexibilidade e tecnologia de ponta. O espaço se adapta a uma ampla variedade de eventos, como casamentos, shows, conferências, festas corporativas e lançamentos de produtos. Entre os diferenciais, estão serviços como produção 360, shows de drones, iluminação personalizada da Ponte Estaiada, catering sob medida e soluções audiovisuais avançadas. Tudo isso garante que cada evento seja único e perfeitamente ajustado às necessidades de nossos clientes.

Quais eventos realizados recentemente destacam o potencial desse local como um dos principais de São Paulo?

Realizamos diversos eventos marcantes, como confraternizações de grandes empresas, lançamentos de produtos de marcas renomadas, além de eventos institucionais, como o “Dia da Europa”, promovido pela União Europeia. Essas ocasiões reforçam nossa capacidade de atender a diferentes formatos com excelência, sempre alinhados às tendências de sustentabilidade e inovação.

Como o espaço se posiciona no mercado de eventos corporativos?

No segmento corporativo, somos reconhecidos pela personalização e excelência. Oferecemos pacotes flexíveis para diferentes formatos, como plenárias, lançamentos de produtos e confraternizações. Além disso, mantemos parcerias estratégicas com fornecedores, agências e marcas, ampliando nosso alcance. A tecnologia também é um pilar importante, com sistemas audiovisuais interativos e ferramentas modernas que garantem experiências completas e integradas.

A inclusão e a sustentabilidade são temas cada vez mais importantes. Como vocês abordam esses aspectos?

A inclusão é uma prioridade. Nosso espaço é totalmente acessível, com rampas, elevadores e banheiros adaptados, além de uma equipe treinada para atender a todos com cuidado e respeito. No quesito sustentabilidade, adotamos práticas eco-friendly, como gestão de resíduos, uso de materiais recicláveis e eficiência energética, reafirmando nosso compromisso com a redução do impacto ambiental.

Quais são os planos para o futuro?

Nosso foco está na expansão para outras capitais, fortalecimento de parcerias e investimentos ainda maiores em tecnologia e inovação. Queremos continuar sendo referência no mercado de eventos, superando as expectativas de nossos clientes com soluções exclusivas e experiências transformadoras.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter