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Cantor chega ao evento após momento histórico de reconhecimento internacional (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A presença de Bad Bunny no show do intervalo do Super Bowl reacendeu uma dúvida recorrente entre fãs e espectadores: afinal, quanto o artista recebe para subir ao palco mais assistido da música pop. A resposta surpreende. Assim como acontece com todos os nomes que já comandaram o espetáculo, o cantor porto-riquenho não recebe cachê da NFL para a apresentação.

A regra faz parte de uma tradição mantida há anos pela liga de futebol americano. Em vez de pagar diretamente o artista, a NFL assume integralmente os custos da produção, que podem alcançar cifras milionárias. O investimento cobre cenografia, efeitos visuais, equipe técnica e toda a estrutura necessária para um espetáculo de escala global.

Mesmo sem remuneração direta, o show do Super Bowl é considerado um dos espaços mais valiosos de exposição artística do planeta. A audiência massiva se traduz em impacto imediato nas plataformas de streaming, aumento de vendas de ingressos e fortalecimento da marca pessoal do artista. Históricos recentes mostram que apresentações marcantes costumam impulsionar turnês, contratos e novos projetos.

No caso de Bad Bunny, o momento chega em meio a uma fase de forte reconhecimento internacional. Dias antes da apresentação, ele fez história ao conquistar o prêmio de Álbum do Ano no Grammy com um trabalho integralmente em espanhol, ampliando ainda mais sua projeção global. O discurso do cantor na cerimônia também repercutiu por abordar temas sociais e reforçar sua posição como voz ativa dentro e fora da música.

A combinação entre visibilidade, prestígio e alcance cultural explica por que artistas disputam o convite para o Super Bowl, mesmo sem cachê. Para Bad Bunny, o espetáculo representa não apenas uma performance de alto impacto, mas também um capítulo estratégico em uma carreira já marcada por feitos inéditos.

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