
No universo dos acessórios, poucos elementos comunicam tanto quanto um anel. Se antes ocupava papel secundário, hoje ele assume protagonismo e passa a organizar a narrativa do look. Delicado ou marcante, minimalista ou escultural, o anel deixa de ser complemento e se transforma em assinatura.
Ao longo da história, essas peças sempre carregaram significados — poder, compromisso, status, pertencimento. De joias usadas por monarcas a modelos eternizados por ícones contemporâneos, o anel atravessou épocas como símbolo de elegância e identidade.
Na moda atual, o styling aposta na força pontual dos acessórios. Uma única peça pode redefinir um vestido fluido ou dar novo fôlego a uma alfaiataria clássica. Em vez de excesso, a estratégia é impacto preciso. O anel funciona como detalhe que muda a leitura do conjunto.
A sofisticação também mora na matéria-prima e no desenho. Ouro e prata dialogam com pedras naturais como rodolita, ametista, esmeralda e citrino, adicionando cor e profundidade. Formas arquitetônicas e volumes esculturais introduzem contemporaneidade, enquanto linhas orgânicas mantêm a leveza.
Para Ana Carolina Costa, fundadora da Santonina, a versatilidade é o grande diferencial:
“Os anéis têm essa capacidade única de se adaptar a diferentes momentos da vida. No ambiente corporativo, os modelos minimalistas traduzem uma elegância discreta, passam confiança e reforçam presença sem excessos. Em eventos sociais, as peças com pedras ou design autoral assumem protagonismo e trazem um toque imediato de glamour. No dia a dia, eu sempre incentivo o mix de anéis, ele cria um visual contemporâneo, cheio de personalidade.”

Entre gesto e detalhe, o anel reafirma seu lugar como elemento central da composição — pequeno no tamanho, mas decisivo na construção de imagem.
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