Publicidade
Foto Divulgação

Quando o futebol encontra a alfaiataria desconstruída italiana, o resultado não poderia ser óbvio. Na primeira colaboração entre a VEJA e a Magliano, o clássico Panenka sai do campo simbólico das chuteiras vintage e entra em um território mais experimental, onde esporte e moda autoral dividem o mesmo espaço.

Com lançamento global marcado para 26 de fevereiro, no e-commerce e nas lojas da VEJA ao redor do mundo, a parceria propõe uma leitura menos literal do universo esportivo e mais conceitual — quase cinematográfica.

A província como manifesto

Fundada por Luca Magliano, em Bolonha, a Magliano construiu sua identidade a partir da ideia de “província”: paisagens periféricas, personagens à margem, um realismo levemente onírico e uma estética que desafia a rigidez dos códigos clássicos do vestuário masculino. O resultado é uma linguagem naturalmente sem gênero, que já rendeu à marca o Prêmio Karl Lagerfeld da LVMH, em 2023.

Na collab, a VEJA não apenas divide assinatura, mas abre espaço para esse imaginário. O Panenka, modelo que carrega no nome um dos gestos mais icônicos do futebol, ganha contornos mais ousados sob a lente italiana.

Foto Divulgação

Detalhes que mudam o jogo

A silhueta remete às chuteiras clássicas usadas por jogadores de outras décadas. No entanto, a construção revela intervenções sutis e estratégicas.

A língua dobrada sobre o cabedal cria um gesto dramático. Já a aba perfurada permite a passagem de um cadarço assimétrico, rompendo a lógica tradicional do sneaker. Além disso, cada par acompanha três opções de cadarço, incentivando composições gráficas e sobreposições cromáticas — um aceno direto aos contrastes característicos da Magliano.

Disponível em três versões — preto com detalhes em creme, branco com contrastes em preto e rosa perolado — o modelo mantém a versatilidade, mas assume personalidade própria.

Foto Divulgação

Propósito que atravessa o design

Criada em 2004 pelos franceses Sébastien Kopp e François-Ghislain Morillion, a VEJA nasceu com a proposta de repensar o processo produtivo de um item icônico: o tênis. Desde então, a marca acompanha de perto toda a cadeia de desenvolvimento, utilizando algodão agroecológico do Nordeste do Brasil e do Peru, borracha nativa da Amazônia, couro do Rio Grande do Sul e do Uruguai e materiais reciclados, como o PET proveniente de garrafas pós-consumo.

Mais do que lançar tendências, a VEJA consolidou um modelo de negócio que alia design e responsabilidade socioambiental, com presença na Europa, Ásia, Estados Unidos e Brasil.

Ao unir esse compromisso estrutural ao universo estético da Magliano, o Panenka deixa de ser apenas um sneaker inspirado no futebol. Ele se torna um gesto de estilo — um drible preciso entre tradição, sustentabilidade e experimentação contemporânea.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Instagram

Twitter