
A empresa de mobilidade aérea de alto padrão Revo faz sua estreia na edição 2026 da SP-Arte 2026, principal feira de arte e design da América Latina, realizada de 8 a 12 de abril no Pavilhão da Bienal. A participação marca a apresentação de um manifesto que coloca o tempo como um novo ativo do luxo urbano — não apenas como eficiência logística, mas como possibilidade de presença e contemplação.
Em meio ao ritmo acelerado da capital paulista, a marca propõe um movimento inverso: criar condições para desacelerar. A presença na feira traduz essa ideia por meio de um espaço pensado como refúgio dentro da dinâmica intensa do evento, convidando o público a pausar, observar e experimentar o tempo sob outra perspectiva.
Um lounge como espaço de pausa e contemplação
Instalado no Collectors Floor, no 3º andar, o lounge de 70 m² foi concebido pelo arquiteto e embaixador da marca Sig Bergamin. O ambiente traduz, por meio do design, conceitos como mobilidade, mudança de perspectiva e a valorização do tempo como um dos principais símbolos contemporâneos de luxo.
A proposta é criar um espaço que funcione como contraponto à intensidade da feira, oferecendo um ambiente de contemplação e encontro. Para a marca, a previsibilidade e a eficiência do serviço representam não apenas uma solução prática, mas a possibilidade de reconquistar tempo — um recurso cada vez mais escasso nas grandes cidades.
Segundo Patrícia Dib, CMO da empresa, a presença na feira materializa uma visão ampliada de mobilidade e estilo de vida urbano. “Quando garantimos previsibilidade, não estamos apenas resolvendo uma dor logística, mas devolvendo a oportunidade de estar presente, fazendo aquilo que realmente queremos”, afirma.

Programação conecta arte, cidade e percepção do tempo
Ao longo da feira, o lounge recebe uma agenda de encontros que reúne diferentes vozes da arte, do design e do lifestyle. Entre os convidados estão o próprio Sig Bergamin, a empresária Carol Bassi e artistas como Juno B, Cássio Vasconcelos e Thiago Rocha Pitta.
As conversas abordam temas que atravessam diferentes linguagens — da fotografia à instalação — sempre com o tempo como eixo central. Questões como paisagem, memória, natureza e percepção urbana aparecem como pontos de partida para reflexões sobre a cidade contemporânea e suas transformações.
A programação dialoga ainda com o livro de arte 7 Céus, projeto que reuniu sete artistas em sobrevoos por diferentes regiões do estado de São Paulo. A publicação propõe uma leitura visual do território a partir de novas perspectivas, explorando formas, contornos e sensações que escapam ao olhar cotidiano.
O tempo como linguagem do luxo contemporâneo
A estreia da marca na feira reforça uma narrativa que vem ganhando espaço no universo do luxo: a valorização do tempo como experiência. Nesse contexto, mobilidade, arte e design passam a dialogar como ferramentas para ampliar a percepção do cotidiano e criar novas formas de viver a cidade.
Mais do que apresentar um serviço, a participação na SP-Arte 2026 posiciona a marca dentro de um ecossistema cultural que conecta inovação, sensibilidade estética e modos contemporâneos de habitar o tempo.
- Neste artigo:
- design,
- Revo,
- Sig Bergamin,
- SP-Arte 2026,