
O novo edifício do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) recebeu uma experiência dedicada à chegada do Dom Pérignon Vintage 2018 ao Brasil. Batizado de Harmony, o encontro reuniu convidados para uma programação que combinou champagne, arte contemporânea e alta gastronomia.
A iniciativa faz parte da trajetória da maison francesa de promover experiências em instituições culturais internacionais. Depois de passar por espaços como a Tate Modern, em Londres, e o Guggenheim Bilbao, na Espanha, a marca escolheu São Paulo para apresentar a nova safra ao público brasileiro.
Entre as presenças estavam Elisa Zarzur, Jordanna Maia, Alexandre Negrão, Gabriel Wickbold, João Bossle e Isa Domingues e outros.
Degustação sensorial apresenta o Vintage 2018
A programação começou com uma degustação individual do novo champagne. Em mesas distribuídas pelo espaço, os convidados encontraram uma taça de Dom Pérignon Vintage 2018, acompanhada de um canapé e de informações sobre a safra.
Com o auxílio de fones de ouvido, cada participante acompanhou uma narração sobre as características da bebida, seguida por uma trilha sonora desenvolvida para a experiência.
A proposta foi estimular uma percepção mais atenta dos aromas, sabores e texturas do champagne, antes do jantar.
“Harmony traduz a busca de Dom Pérignon pela harmonia para além do champagne, em uma experiência que aproxima diferentes expressões criativas. No Novo edifício do MASP, reunimos arte e alta gastronomia em um encontro pensado para despertar novas percepções, promover trocas e criar conexões entre diferentes universos”, afirma Alan Waldman, gerente de Marketing de Dom Pérignon Brasil.
Manuelle Ferraz e Nello Cassese assinam jantar a quatro mãos
Um dos destaques da noite foi o jantar preparado pela chef Manuelle Ferraz, à frente d’A Baianeira, restaurante instalado no MASP, em parceria com Nello Cassese, integrante da Dom Pérignon Society.
Criada em 2019, a comunidade internacional reúne mais de 130 chefs e sommeliers de 28 países para explorar combinações entre champagne e gastronomia.
Para a ocasião, os chefs desenvolveram um menu em cinco tempos, com harmonizações que incluíram Dom Pérignon Blanc Vintage 2017, Vintage 2018, Rosé Vintage 2009, P2 2008 e Hennessy Paradis.
A experiência começou com uma seleção de canapés, entre eles pão de queijo de tinta de lula com caviar, tartelleta Rossini e atum com spritz de melancia.
Na sequência, foram servidos pratos como buri com tomate e scapece, codorna com alho negro e caldo de ossos, além de peixe-prego com lardo, cambuci e tapioca, acompanhado pelo Dom Pérignon P2 2008.
O menu também apresentou wagyu com pistache e cogumelos, harmonizado com Dom Pérignon Rosé Vintage 2009.
Para finalizar, os convidados provaram sobremesas que exploraram diferentes texturas e ingredientes, como doces de cupuaçu, gianduiotto e zeppola di San Giuseppe.
Performance artística completa a experiência

A arte ganhou espaço na programação com uma performance criada especialmente para a ocasião pela artista Yohannah de Oliveira.
Durante a apresentação, ela retirou progressivamente uma camada de papel translúcido que cobria uma obra em carvão, revelando a composição aos poucos.
A intervenção estabeleceu uma relação simbólica com o processo de elaboração do champagne, que passa por anos de maturação antes de chegar ao público.
Assim, a performance aproximou o tempo de criação artística do período necessário para o desenvolvimento de cada safra de Dom Pérignon.
O que torna o Vintage 2018 especial?
A safra de 2018 foi marcada por condições climáticas favoráveis na região de Champagne, na França.
Segundo a maison, o período apresentou temperaturas elevadas, boa incidência solar e disponibilidade hídrica adequada ao desenvolvimento das videiras.
As uvas Chardonnay e Pinot Noir alcançaram níveis expressivos de maturação, enquanto a colheita teve início ainda em agosto, algo pouco frequente na história da marca.
Após oito anos de maturação nas caves, o Dom Pérignon Vintage 2018 chegou ao mercado com uma composição que destaca notas frutadas, mineralidade e frescor.
Entre as características aromáticas descritas pela maison estão referências a kiwi amarelo e manga, acompanhadas por textura cremosa, salinidade e final prolongado.
A criação tem direção de Vincent Chaperon, chef de cave de Dom Pérignon, responsável por interpretar as particularidades de cada colheita.
Como parte de sua filosofia de produção, a maison trabalha exclusivamente com champagnes de safra, elaborados a partir das uvas de um único ano.
Com a chegada do Vintage 2018, Dom Pérignon apresenta mais uma interpretação dessa proposta, valorizando a relação entre tempo, natureza e criação.
GLMRM mostra alguns cliques:
Dom Pérignon Vintage 2018
Preço sugerido: R$ 2.390,00.
Fotos: Alê Virgilio
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