Publicidade
Ministra da Cultura esteve no lounge da SPFW

Presente no primeiro dia da São Paulo Fashion Week, a ministra da Cultura Marta Suplicy conversou com o Glamurama após assistir ao desfile da Animale e explicou porque considera a moda tão importante para a nossa sociedade: “O papel da moda é enorme. Dá para se entender a história de um país, a história da mulher e de sua libertação através da moda. A independência feminina sempre caminhou junto da moda”. Marta disse ainda que hoje em dia a moda está muito mais aberta: “Já não se precisa ter medo de errar. Hoje você pode usar dourado de manhã, por exemplo, não há mais muitas regras”.

Sobre o benefício da Lei Rouanet no setor de moda, a ministra defendeu que é uma forma de abrir o mercado e acredita que passada a polêmica, o mercado amadureceu: “Não basta ter R$ 300, R$ 400 mil de recurso. Se o projeto for bom, será aprovado, mas depois é preciso captar. Aí é a parte difícil”, pondera.

Sobre seu look? “Sabe que eu não sei de onde é? Escolhi preto porque dei uma engordadinha”.

Em tempo: O Ministério da Cultura aprovou em agosto de 2013 a captação de recursos via Lei Rouanet para a realização de desfiles. Outros projetos de moda, como exposições e livros, já são contemplados pela lei.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter