Enquanto os últimos ajustes tomam conta da Marquês de Sapucaí, o Camarote Alma Rio entra na reta final para sua segunda edição com um posicionamento claro: ir além do desfile e transformar o Carnaval em uma experiência integrada.
Em 2026, o espaço combina atrações internacionais como Black Coffee, Jamie Jones e WhoMadeWho com nomes fortes da música brasileira, criando uma programação que dialoga com diferentes públicos e frequências. Pela primeira vez no Brasil, o camarote também recebe uma vivência inspirada no universo do Burning Man, ampliando o repertório cultural dentro do sambódromo.
Dois territórios musicais
O projeto se organiza em dois eixos complementares.
De um lado, o Electronic Club, que reúne artistas como Ahmed Spins, Bhaskar, Bob Moses e Dennis Cruz. Do outro, o Brazilian Soul, dedicado à força da música nacional, com apresentações de Pretinho da Serrinha, Gilsons, Mart’nália e Marcelo D2.
“Mais do que acumular atrações, buscamos criar encontros e combinações que façam sentido para o espaço, para o público e para o ritmo do Carnaval”, afirma o sócio Pedro Caldas.
Experiência como protagonista
Além da música, o Alma Rio aposta em uma estrutura que privilegia fluidez e conforto. São três andares, lounge externo voltado para a avenida e circulação planejada para evitar filas — um desafio logístico que se tornou diferencial.
O espaço conta ainda com SPA no sambódromo, gastronomia assinada pelo Capim Santo, com bufê da chef Morena Leite, e cartas de drinks que acompanham a proposta contemporânea do projeto. Marina Ruy Barbosa retorna como embaixadora do camarote em 2026.
No comando da operação estão Alessandra Pirotelli, Pedro Caldas, Marcelo Fonseca, Álvaro Garnero e o Grupo Live, representado por Guga Pereira e Wilson Anastácio.
“O Camarote nasceu para transformar o Carnaval em uma experiência completa, e não apenas em um ponto de observação do desfile”, explica Guga Pereira. Alessandra Pirotelli complementa: “O Alma Rio se posiciona de forma muito clara dentro do cenário do carnaval de luxo na Sapucaí: como um projeto de hospitalidade contemporânea.”
Perfil e atmosfera
Com público majoritariamente entre 25 e 45 anos, o camarote atrai quem valoriza curadoria, organização e conforto. “É um perfil que entende o valor da experiência e faz uma escolha consciente”, afirma Marcelo Fonseca.
Nos bastidores, meses de planejamento resultaram na ampliação de áreas de descanso, reforço de equipe e investimento em tecnologia. O objetivo é garantir fluidez do primeiro acesso à avenida até o último acorde da noite.
Para o Alma Rio, exclusividade não se resume ao acesso restrito. Significa circular com facilidade, ter atendimento atento e viver experiências que não se replicam em outros contextos — sem excessos, mas com propósito.