Publicidade
Obra do artista congolês JP Mika || Créditos: Divulgação
Obra do artista congolês JP Mika || Créditos: Divulgação

A Fundação Cartier em Paris está sediando uma exposição mais do que especial sobre a ainda desconhecida arte moderna do Congo. A mostra “Beauté Congo“, com curadoria de André Magnin, reúne os trabalhos de artistas congoleses feitos dos anos 20 até 2015, com pinturas, música, esculturas e fotos, que retratam a cultura e o espírito do país. São 350 obras de 41 artistas diferentes, que ficam expostas até 15 de novembro. Confira na galeria algumas delas.

[galeria]3038951[/galeria]

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter