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A nova geração troca a grandiosidade pela curadoria e transforma o casamento em experiência autoral

O que une as tendências mais fortes de 2026 é uma virada simples: casar deixou de ser um evento padronizado e passou a ser uma experiência autoral, que fala tanto com a identidade do casal quanto com a forma como os convidados vivem e lembram daquele momento. A estética continua importante, claro, mas agora ela vem com propósito.

Em São Paulo, onde a cidade voltou a ditar comportamento, isso ganha uma camada extra: casar aqui deixou de ser plano B e virou escolha estética. E alguns espaços estão traduzindo essa nova cultura com precisão, como o Janela, localizado no bairro de Pinheiros.

O novo luxo é a curadoria

No novo mapa das festas paulistanas, o hype não está na grandiosidade, mas na curadoria, na escolha consciente de cada elemento que compõe a experiência.

Arquitetura que mistura o rústico ao sofisticado, mobiliário assinado, ambientação com textura e luz pensadas como direção de arte e, principalmente, uma operação que entende o evento como narrativa.

O Janela entra exatamente aí: como um espaço que não impõe um estilo pronto ao casamento, mas funciona como tela para casais que querem imprimir identidade. É o tipo de lugar que conversa com uma geração de noivas e noivos com repertório — gente que viaja, consome design, entende branding e não quer uma festa genérica.

O drink virou história e ritual

Entre os símbolos mais claros desse momento está o bar, que deixou de ser apenas apoio operacional e passou a ocupar papel central na narrativa da festa.

Os drinks autorais viraram o must do momento: não são só coquetéis bonitos, são storytelling líquido. Nomes afetivos, receitas inspiradas em viagens do casal, referências de origem, um ingrediente que carrega memória, uma carta criada com narrativa.

No Janela, isso acontece na prática. O time percebeu que o bar virou um dos momentos mais emocionais da festa. Não é apenas servir, é contar uma história. Muitos casais pedem drinks criados a partir da trajetória dos dois, com nomes afetivos, referências e até um ritual de servir que marca aquele capítulo da noite.

Esse ritual é a nova assinatura: o drink do casal não entra como detalhe, entra como cena. É quando o convidado entende que não está em mais um casamento, mas dentro de um universo.

Cenografia sensorial: menos salão, mais instalação

A estética também mudou de lugar. Sai a decoração óbvia e entra uma construção sensorial: texturas, iluminação, materiais naturais, paletas que parecem curadas — não compradas por atacado.

No Janela, essa leitura aparece na própria atmosfera: um espaço com personalidade, descolado, com curadoria de design e um ar contemporâneo que combina com esse novo tipo de celebração, mais autoral, mais bem editada.

O que o espaço mais escuta dos casais é o desejo de que a festa pareça com eles. Isso passa pela ambientação, pelo mobiliário, pela luz e pelo serviço. A proposta é criar uma experiência com começo, meio e fim — não apenas um cenário bonito.

Gastronomia como performance

Outra tendência que cresce junto com os drinks é a gastronomia como experiência: menus que funcionam como performance e narrativa, trocando o previsível pelo memorável, do formato das estações à apresentação.

Isso conversa com uma ideia-chave: hoje, o convidado não assiste ao casamento. Ele vive. Ele participa. Ele lembra.

No fim, o luxo contemporâneo não está no excesso. Está na intenção. Está na edição. Está na identidade.

 

Fotos: Divulgação

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