
As mudanças na aparência de nomes como Kris Jenner, Demi Moore, Lindsay Lohan, Anne Hathaway e Brad Pitt despertaram a atenção do público para procedimentos capazes de promover um rejuvenescimento facial mais discreto. Embora nenhum deles tenha confirmado oficialmente a técnica utilizada, especialistas apontaram o Deep Plane Facelift como uma das possibilidades, ampliando a curiosidade em torno do método.
O interesse, no entanto, não se restringe às transformações de figuras públicas. Segundo o médico especialista em cirurgia plástica da face Dr. Carlucio Ragognete, os pacientes estão cada vez mais atentos à preservação da própria identidade.
“Hoje ninguém quer parecer operado. As pessoas desejam aparentar uma versão mais descansada, mais saudável e mais jovem de si mesmas. O Deep Plane Facelift atende exatamente a essa busca por naturalidade”, afirma.
Como funciona o Deep Plane Facelift
Diferentemente de técnicas que atuam principalmente por meio da tração da pele, o Deep Plane Facelift alcança camadas mais profundas da face. O procedimento reposiciona músculos e tecidos, buscando tratar os sinais do envelhecimento sem modificar de forma acentuada as expressões faciais.
De acordo com o especialista, essa abordagem acompanha uma mudança na maneira como o rejuvenescimento passou a ser compreendido.
“Durante muito tempo, a ideia era eliminar qualquer sinal de envelhecimento. Hoje, a tendência é preservar as características individuais, respeitar a anatomia e evitar excessos. O objetivo deixou de ser parecer outra pessoa e passou a ser parecer uma versão melhor de si mesmo”, explica.
Para o médico, um resultado bem executado não deve chamar atenção para a cirurgia. A proposta é que a pessoa continue reconhecível, mantendo os movimentos do rosto e apresentando uma aparência mais descansada.
“Quando o comentário é ‘como ela está bem’, e não ‘como ela foi operada’, significa que o rejuvenescimento cumpriu seu papel”, acrescenta.

Avaliação individual é indispensável
Apesar da maior visibilidade do procedimento, o especialista alerta que a decisão não deve se apoiar apenas em imagens de figuras públicas. Cada rosto possui características próprias, e a indicação depende de uma análise individual.
A escolha do profissional também exige atenção. Segundo Dr. Carlucio, é importante buscar um especialista com formação sólida, experiência em cirurgia facial e histórico de resultados compatíveis com a proposta de naturalidade.
“Uma consulta detalhada é indispensável para alinhar expectativas, esclarecer as possibilidades e definir um plano de tratamento individualizado”, afirma.

Ele reforça ainda que o objetivo não deve ser reproduzir a aparência de outra pessoa. “O foco deve estar em alcançar um resultado compatível com a anatomia e os objetivos de cada paciente, preservando sua identidade”, conclui.
Fonte: Dr. Carlucio Ragognete, médico especialista em cirurgia da face, com atuação em cirurgia plástica facial estética e funcional.
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