Em clima de virada de ano, Didi Wagner transforma os tradicionais desejos de Ano-Novo em uma conversa musical íntima e bem-humorada ao lado da filha, Laura. No quadro Didiverso, publicado em suas redes sociais, mãe e filha usam a música como fio condutor para refletir sobre expectativas para 2026, revelando como diferentes gerações se conectam — e se provocam — por meio do som.
O encontro parte de referências opostas, mas complementares. Enquanto Didi recorre ao rock clássico e atemporal de Bon Jovi, Laura traz para a conversa a sonoridade contemporânea de J. Eskine. A escolha dos artistas evidencia não apenas o contraste entre gostos musicais, mas também a convivência natural entre repertórios que marcam épocas distintas.
“Eu comecei falando de Bon Jovi e ela já me olhou com aquela cara de ‘sério isso?’”, brinca Didi. Para ela, esse choque de universos é justamente o que torna a música um território tão fértil para diálogo. Laura entra na provocação com humor: “Eu tento atualizar minha mãe, mas confesso que algumas músicas dela até que são legais… só não precisa ouvir tão alto”, comenta, arrancando risadas no vídeo.
Entre piadas e trocas afetuosas, o bate-papo avança para além das preferências pessoais. A música surge como um ponto de encontro, capaz de criar entendimento mesmo quando há discordâncias. “A gente discorda, zoa uma à outra, mas no fundo a música sempre vira um lugar comum”, reflete Didi.
Reconhecida como uma das principais vozes do jornalismo musical brasileiro, Didi Wagner reforça, nesse conteúdo, seu olhar atento para comportamento, tendências e impacto cultural da música. Ao dividir a cena com a filha, ela traduz de forma leve um tema cada vez mais presente na indústria: o diálogo entre tradição e renovação. A conversa prova que, quando o assunto é música, diferentes gerações sempre encontram uma forma de se ouvir — e de se entender.