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SP-Arte Rotas - Vivo
Foto Divulgação

A Vivo leva à SP-Arte Rotas uma experiência que convida o público a se reconectar com a natureza por meio da escuta das vozes da floresta e dos saberes ancestrais da Amazônia. Inspirada no posicionamento “Futuro Vivo”, a ação busca provocar uma reflexão sobre a relação do ser humano com o meio ambiente e a urgência de práticas mais sustentáveis.

Para conceber e dar vida ao projeto, a marca convidou Denilson Baniwa, artista e ativista indígena reconhecido internacionalmente e um dos curadores do Pavilhão Brasil na última Bienal de Veneza. A curadoria do espaço reflete a trajetória do artista, marcada pelos ensinamentos transmitidos por seus ancestrais amazônicos.

No espaço da Vivo, os visitantes encontrarão a instalação “Nheengatu”, nome que remete a uma das línguas oficiais do Amazonas e que aqui funciona como metáfora para um convite à escuta e à reflexão sobre um futuro mais consciente. A experiência é marcada por elementos simbólicos:

  • Rádio-postes – inspirados nos sistemas de comunicação das comunidades indígenas e periféricas brasileiras, representam conexão, pertencimento e resistência cultural;
  • Chão de terra – referência ao solo fértil, onde tudo nasce, cresce e se sustenta, reforçando a ideia de vida e regeneração.

A iniciativa integra o posicionamento “Futuro Vivo”, que orienta as ações da marca para fomentar mudanças no presente sem comprometer o futuro. Em um ano em que os holofotes globais se voltam para a Amazônia, com a proximidade da COP-30 no Brasil, a Vivo utiliza sua força para ampliar o debate sobre preservação ambiental e cultura indígena.

Além da instalação, a marca promoverá rodas de conversa com especialistas sobre cultura indígena e preservação da natureza, ampliando o diálogo com a sociedade e reforçando a importância de construir caminhos para um futuro mais sustentável.

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