Publicidade
Fernanda Liz e Pedro Arieta

Na última terça-feira (2), o fotógrafo paulista Pedro Arieta recebeu convidados e amigos na Galeria Caribé, em São Paulo, para celebrar a abertura de “Suspensão”, sua primeira exposição no Brasil. A mostra reúne 25 fotografias subaquáticas feitas em Dahab, no Oriente Médio, e conta com curadoria do fotógrafo e gestor cultural Iatã Cannabrava.

Entre os convidados que prestigiaram a vernissage estavam Fernanda Liz, Barbara Migliori, André e Gabriella Bartelle, Ana Elisa Egreja, Pablo Alvarenga, Cassio Maia, Natalia Hamu, Pedro Grendene Bartelle, Margarete Tartarotti, André e Sergio Caribé, Gabriela Nalon, Helena Sicupira e Isabella Arakelian.

Durante a abertura, Pedro falou sobre a emoção de apresentar o trabalho no país natal depois de anos vivendo em Nova York.
“Fazer uma exposição no Brasil, depois de tantos anos vivendo em Nova York, tem um peso emocional enorme. Por meio das fotos, consigo compartilhar uma pequena parte de tudo que vivi ao longo desses últimos anos enquanto fotógrafo e mergulhador. Espero que o público sinta um pouco desse silêncio profundo que experimento debaixo d’água. É uma experiência que transformou minha forma de ver o mundo, e que agora posso finalmente dividir”, afirmou.

As fotografias de “Suspensão” ficam em exibição até 2 de janeiro, na Galeria Caribé.

Serviço — Exposição “Suspensão”, por Pedro Arieta

Instagram: @pedroarieta
Portfólio: www.abtp.com/photographer-director/all/1940636/pedro-arieta#portfolio

Serviço — Galeria Caribé

Endereço: R. João Lourenço, 79 – Moema, São Paulo – SP
Horário: Segunda a sexta, das 10h às 19h | Sábados, das 10h às 18h
Site: galeriacaribe.com.br
Instagram: @galeria_caribe

 

Fotos: Denise Andrade

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Quando a Vulnerabilidade Assusta Hollywood

Quando a Vulnerabilidade Assusta Hollywood

Kristen Stewart reacende o debate sobre gênero em Hollywood ao afirmar que atuar é, por natureza, um gesto “não-masculino” por exigir vulnerabilidade. Em entrevistas repercutidas por Yahoo News UK, The Guardian e The Independent, ela critica a diferença de tratamento entre homens celebrados por “profundidade emocional” e mulheres frequentemente rotuladas como “instáveis”. Stewart questiona o prestígio seletivo do Method acting e expõe como a indústria ainda opera sob padrões antiquados de masculinidade. Sua fala provoca desconforto justamente por revelar uma estrutura que já não se sustenta.
Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.

Instagram

Twitter