Seis paradas em Nova York sob o olhar de Luiza Gottschalk

Foto: Bob Souza

A Nova York segue como um dos principais polos da arte contemporânea, onde diferentes linguagens e narrativas se cruzam em constante transformação. É nesse cenário que a artista brasileira Luiza Gottschalk apresenta a exposição “Sol”, em cartaz na SLAG&RX, marcando um novo momento em sua trajetória.
A mostra aprofunda investigações recorrentes em sua prática, como luz, cor e espaço, criando uma experiência sensível e imersiva. Em diálogo com a cidade, a artista também compartilha seis lugares que considera essenciais para ampliar a vivência artística em Nova York.

Moda como arquivo vivo

Entre os endereços indicados está a Treasures of NYC, espaço que funciona como uma curadoria viva de moda. Com visitas agendadas, o local reúne peças raras de grandes maisons, especialmente das décadas de 1990 e 2000. A experiência é íntima e construída em torno da memória e do desejo.

Café, design e encontro

Na Mulberry Street, o Café Leon Dore traduz o universo da marca Aimé Leon Dore em uma experiência cotidiana. Inspirado na cultura grega, o espaço combina design e gastronomia em um ambiente que privilegia encontros e uma estética bem definida.

Uma experiência sensível

Em cartaz até 16 de maio, “Sol” se apresenta como um convite à percepção. A exposição reúne pinturas inéditas que investigam energia, paisagem e transformação da matéria, propondo uma vivência direta com os elementos que atravessam o corpo e o espaço.

Contemplação e história

Instalada em uma antiga residência no Upper East Side, a The Frick Collection preserva uma experiência íntima com a arte. O ambiente mantém a escala doméstica original, criando um percurso silencioso entre obras de mestres europeus.

Ícones e descobertas

Já o MoMA se afirma como um dos principais centros da arte moderna e contemporânea no mundo. Com um acervo que atravessa diferentes períodos e movimentos, o espaço propõe uma visita intensa e aberta a novas leituras.

Pausa à beira do Hudson

Para desacelerar, o Pier 45, no West Village, oferece uma vista privilegiada do pôr do sol. O espaço combina áreas de descanso e um cenário que convida à contemplação.

Como dica extra, Luiza sugere trocar o metrô pela NYC Ferry sempre que possível. Além de facilitar a locomoção, o trajeto revela novas perspectivas de Manhattan, transformando o deslocamento em parte da experiência.

Sair da versão mobile