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Foto: Reprodução/Christophel/Alamy

A interpretação de Meryl Streep como a exigente Miranda Priestly, em O Diabo Veste Prada, sempre foi alvo de comparações com figuras reais do universo da moda. Durante anos, a personagem foi associada à influente editora Anna Wintour, mas a atriz afirma que a origem de sua composição seguiu um caminho bem diferente.

Em entrevista recente concedida durante a divulgação de O Diabo Veste Prada 2, Streep explicou que recorreu a referências masculinas consagradas de Hollywood para dar forma à personalidade da personagem. Segundo ela, o comportamento de Miranda nasceu de uma combinação de traços observados em Mike Nichols e Clint Eastwood.

A atriz destacou que incorporou o estilo de liderança de Nichols, conhecido por conduzir equipes com uma autoridade marcada por humor sutil e inteligência afiada. Já de Eastwood, Streep buscou a postura contida e a maneira econômica de se comunicar, sem necessidade de elevar o tom de voz para ser ouvido.

A escolha dessas referências ajudou a construir uma figura que equilibra rigidez e carisma, características que contribuíram para transformar Miranda Priestly em uma das personagens mais memoráveis do cinema contemporâneo. A interpretação de Streep foi amplamente elogiada à época do lançamento e segue como referência em debates sobre liderança, poder e comportamento no ambiente de trabalho.

Com a chegada da sequência prevista para os cinemas, o filme volta ao centro das atenções e reacende o interesse do público pelos bastidores da criação de uma personagem que ultrapassou a ficção e se consolidou como símbolo cultural.

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