Nova York funciona como mais do que cenário na nova campanha da Gucci. Em GucciCore, a cidade se transforma em parte da narrativa ao reunir diferentes pessoas, estilos e maneiras de vestir, refletindo a diversidade que orienta a coleção apresentada pela maison.

Fotografada por Peter Funch, a campanha acompanha grupos de personagens em diferentes pontos da cidade. Conhecido por investigar a relação entre o indivíduo e o coletivo nos espaços urbanos, o fotógrafo leva essa abordagem para as imagens da Gucci, explorando encontros, contrastes e identidades que coexistem nas ruas nova-iorquinas.

A proposta dialoga diretamente com a ideia central da coleção: construir um guarda-roupa capaz de atravessar diferentes personalidades e situações sem perder a identidade da marca.

Clássicos como ponto de partida

Apresentada pela primeira vez na passarela montada na Times Square, em maio, a GucciCore foi concebida como uma espécie de base para a linguagem estilística da maison.

Peças tradicionais do vestuário aparecem no centro dessa construção. Casacos como o peacoat e o trench coat dividem espaço com ternos, camisas essenciais e saias lápis, formando um repertório de itens pensados para o cotidiano.

Ao mesmo tempo, esses elementos mais pragmáticos encontram referências ao glamour e à elegância italiana associados à Gucci. O resultado é um guarda-roupa que parte de formas reconhecíveis, mas permite diferentes interpretações a partir de quem as veste.

Individualidade em meio à cidade

Nas fotografias, essa flexibilidade ganha forma pela combinação de personagens e estilos. Em vez de estabelecer uma única imagem para a coleção, a campanha aposta na convivência entre diferentes formas de expressão.

Assim como acontece nas ruas de Nova York, onde identidades e referências se cruzam constantemente, GucciCore propõe que peças consideradas essenciais possam assumir novos significados dependendo de quem as usa.

Sob a direção artística de Demna, a campanha reforça uma ideia de moda construída a partir da pluralidade, colocando o indivíduo no centro da narrativa enquanto preserva códigos históricos da maison italiana.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Instagram

Twitter