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Bruna Schiochet usa Charth_Foto Reprodução IG bruschiochet

 

Depois de temporadas marcadas por excessos visuais e estéticas maximalistas, o quiet luxury ressurge com uma abordagem renovada. O estilo, conhecido por valorizar discrição, qualidade e sofisticação silenciosa, ganha agora uma leitura mais flexível e conectada ao estilo de vida contemporâneo, com foco em autenticidade e consumo consciente.

Se antes a tendência era associada a uma imagem extremamente polida e uniforme, hoje ela se adapta a diferentes perfis e rotinas. A referência continua sendo o visual elegante e minimalista de Carolyn Bessette-Kennedy, ícone dos anos 1990 que transformou peças simples — como vestidos retos, alfaiataria e paletas neutras — em símbolos de um luxo sem ostentação. Agora, no entanto, a proposta evolui ao incorporar personalidade e conforto, sem abrir mão da elegância.

Para traduzir esse movimento na prática, a fundadora da label mineira Charth, Nastácia Schacht, compartilha orientações que ajudam a incorporar o quiet luxury no dia a dia, equilibrando estética, funcionalidade e versatilidade.

Nastácia Schacht usa Charth_ Foto Reprodução Reprodução charth

Monocromia como aliada da elegância

Produções baseadas em uma única cor ou em variações próximas do mesmo tom criam uma imagem visual limpa e naturalmente sofisticada. Além disso, looks monocromáticos facilitam combinações e valorizam o caimento das peças, permitindo que a qualidade dos materiais se torne o verdadeiro destaque da produção.

Sabrina Paiva usa Charth_Foto: Reprodução IG charth

Alfaiataria repaginada

Dentro da proposta do quiet luxury, a alfaiataria assume um papel central. Blazers estruturados, calças de corte reto e coletes continuam sendo peças-chave, mas agora aparecem com modelagens mais leves e confortáveis. Dessa forma, acompanham diferentes momentos do dia e reforçam a ideia de uma elegância prática, que não depende de excessos.

Julia Sampaio usa Charth_Foto: Reprodução juliamcsampaio

A força das cores neutras

A cartela de cores neutras segue como base do estilo. Tons como bege, off-white, preto, cinza e marrom criam combinações harmônicas e atemporais, além de facilitar a construção de um guarda-roupa versátil. Ao evitar contrastes intensos, o visual se mantém equilibrado e transmite uma sensação de sofisticação natural.

Ana Laura usa Charth_Foto: Reprodução IG charth

Peças que atravessam o tempo

Construir um guarda-roupa alinhado ao quiet luxury passa, sobretudo, pela escolha de itens duradouros. Blazers bem estruturados, calças de alfaiataria e jaquetas de couro funcionam como bases consistentes para diferentes produções. Mais do que tendência, a proposta aponta para um estilo que valoriza permanência, qualidade e intenção — um luxo que se revela nos detalhes e na forma de viver.

Lorena Zamberlan usa Charth_Foto: Reprodução charth

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