Em seu primeiro Dia das Mães, Carol Peixinho vive uma fase de descobertas e novas prioridades — um momento que também inspira sua participação na nova campanha da Bagaggio. A influenciadora, que recentemente celebrou a chegada do filho Bento, traduz essa experiência em uma narrativa marcada por movimento, afeto e transformação. Em conversa com o GLMRM ela fala sobre maternidade, escolhas profissionais e o significado de embarcar em projetos que acompanham esse novo capítulo de sua vida.
Como você está vivendo essa fase da maternidade e o que mais tem te surpreendido desde a chegada do Bento?
Estou vivendo uma fase muito intensa e profundamente transformadora, de uma forma que eu nunca imaginei. O Bento chegou trazendo um novo ritmo pra minha vida, mais sensível, mais presente.
O que mais me surpreende é como tudo ganha um novo significado, desde as pequenas rotinas até os planos maiores. É como se eu estivesse redescobrindo o mundo junto com ele, com um olhar mais leve, mais atento e cheio de propósito.
O que esse novo momento da sua vida representa para você, tanto pessoal quanto profissionalmente?
Pessoalmente, representa um reencontro comigo mesma em um lugar mais profundo e mais verdadeiro. A maternidade me trouxe força, mas também uma delicadeza maior no olhar.
Profissionalmente, sinto que estou mais conectada com projetos que realmente fazem sentido, que contam histórias reais, como essa campanha. Hoje, escolho estar em lugares e narrativas que tenham emoção, verdade e que acompanhem esse novo momento da minha vida, que também é sobre caminhos, descobertas e novos destinos.
Como surgiu o convite para a campanha da Bagaggio e o que te encantou nesse projeto?
O convite veio de uma forma muito especial, já alinhado com o momento que estou vivendo.
O que mais me encantou foi justamente a proposta da campanha: mostrar que a maternidade também é uma jornada, cheia de idas e vindas, descobertas e afetos. A Bagaggio trouxe esse olhar de movimento com acolhimento, sabe? Não é só sobre viajar, mas sobre tudo o que a gente carrega: histórias, sentimentos, memórias.
Me identifiquei muito, porque hoje tudo o que eu faço tem esse toque mais emocional, mais verdadeiro.