Palacete Tirachapéu celebra dois anos com jantar a dez mãos em Salvador

Ronaldo Jacobina e Licia Fabio

O Palacete Tirachapéu celebrou dois anos de atividades na noite de quarta-feira (14), em Salvador, com um jantar a dez mãos no Pala7, um dos restaurantes que integram o complexo gastronômico do endereço histórico.

A noite reuniu clientes e parceiros em torno de um menu de cinco etapas, assinado por Claude Troisgros, Preta, Zezito Ornelas, André Freitas e Jamille Pires. As criações combinaram ingredientes ligados à cozinha baiana com referências internacionais e foram acompanhadas por harmonizações ao longo do jantar.

Na abertura, os cinco chefs receberam os convidados e agradeceram a presença de quem acompanhou a trajetória do espaço desde a inauguração.

Gastronomia e memória no Centro Histórico

Claude Troisgros aproveitou a ocasião para falar sobre sua relação com Salvador e com o projeto. “Minha relação com a Bahia é muito importante para mim. O tempo passou muito rápido e estou muito feliz por estar aqui, comemorando os dois anos do Palacete Tirachapéu”, afirmou.

Instalado na Rua Chile, o Palacete reúne gastronomia, cultura, arte e história em um mesmo endereço. Ao longo dos últimos dois anos, o espaço passou a integrar também o movimento de retomada do Centro Histórico de Salvador.

“Nestes dois anos, trabalhamos para fazer do Palacete Tirachapéu uma casa para quem busca gastronomia, cultura, artes e história juntas para receber o mundo. Esta celebração reforça o nosso compromisso com a valorização da Rua Chile e do Centro Histórico”, disse Marcelo Magalhães, presidente do empreendimento.

Um endereço conectado à cidade

A relação do Palacete com o entorno também esteve entre os temas da noite. Hermano Guanais, superintendente do Iphan na Bahia, destacou o papel de projetos culturais e gastronômicos na circulação de pessoas e na ocupação do Centro Histórico.

“Na Rua Chile, esse equipamento cultural inspira novos caminhos para o Centro Histórico de Salvador, movimentando o território, atraindo pessoas e reativando a vida urbana”, afirmou.

A celebração dos dois anos reforçou esse encontro entre patrimônio e vida contemporânea. À mesa, a gastronomia funcionou como fio condutor de uma noite dedicada não apenas à trajetória do Palacete Tirachapéu, mas também à relação construída pelo espaço com Salvador.

Fotos: Joka (@joka.fotografia)

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