Publicidade
Milu Villela, uma as convidadas da abertura || Créditos: Bruna Guerra

A quarta-feira foi de festa para os convidados da 13ª edição da SP-Arte, maior feira de arte contemporânea da América Latina, instalada na Bienal do Parque Ibirapuera. Como de costume, galeristas, colecionadores e entusiastas do mundo das artes se aglomeraram pelos corredores, ávidos por novidades.

Para Fernanda Feitosa, idealizadora e diretora da feira, esse ano é de comemorações mil: “Este ano temos 134 galerias de arte sendo 90 galerias brasileiras e 44 internacionais, além de 25 galerias de design voltado para o mobiliário nacional. Temos um preview da Japan House, com oito galerias japonesas e mais 180 eventos acontecendo pela cidade até domingo, com palestras e lançamentos de 28 livros. As obras selecionadas e a qualidade estão excepcionais. Esse ano está surpreendente e a crise em nada nos afetou, inclusive instigou as galerias a expor o melhor”, disse ela, que no meio do primeiro dia já reclamava de dor nas costas, parando para descansar e tentar seguir caminho a bordo do pomposo salto alto.

As mais elegantes que circularam pela feira no primeiro dia? Maythe Birman, Nathalie Rumpf, Lilly Sarti e Maria di Pace, sempre descolada, com maxi shirt e tote bag oversized.

Vik Muniz também endossa o valor do evento. “A importância de uma feira como a SP-Arte é fundamental para a troca de informação para o mercado e acabamos criando também uma espécie de senso do estado da arte contemporânea. A feira é uma maneira de o mercado testar novas tendências e é muito importante para criar diálogos e tentar entender para onde as coisas estão indo”, resume o artista, que fez questão de passar o dia na Bienal, inclusive foi visto – e encarou com maestria – a longa e demorada fila do buffet montado pelo restaurante Santinho.

Os espaços mais concorrido? A Galeria Nara Roesler, que se manteve lotada praticamente o dia todo, diferente do espaço da britânica White Cube, que sem bossa e mesmo com um Damien Hirst na parede ainda precisa de fôlego.

O espaço da Vivo, uma das patrocinadoras do evento, todo criado por Eduardo Srur, é o point desta edição e oferece aos visitantes mimos desejados por todos: wi-fi que funciona graças ao potente 4G da operadora, totens para recarga de celular e até carregadores portáteis descartáveis distribuídos para quem não quer perder tempo e zanzar pela feira com carga máxima! Abaixo, vídeo do Glamurama e, mais abaixo, galeria com os convidados.

(Por Matheus Evangelista)

[galeria]4457913[/galeria]

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter