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Foi ao som de “Você Não Vale Nada Mas Eu Gosto de Você” que a Reserva deu início ao seu descontraído desfile nesta segunda-feira. A música, assim como todas as outras – Chupa Que É de Uva”, “Senta Que É de Menta” e “Adocica” – foram o pano de fundo perfeito para a apresentação quebrar o clima sisudo que os desfiles da São Paulo fashion Week costumam ter.

* Homem safado, daqueles que chegam nas suas presas – fáceis? – para seduzi-las com a confiança de sobra que têm e, claro, transbordando estilo, tem calças com o cavalo bem baixo e aparecem em jeans, náilon, cambraia… Usa tricôs 100% linho “sujos” em cardigãs, polos e até um híbrido de cardigã com blazer, peças que realçam e deixam à mostra o corpo sarado que mantém com a prática de esportes, na beira da praia, já que são esportistas por natureza e gostam de usar e exibir o físico que têm, sem medo, no safári.

* A estamparia é inspirada na savana africana: terras, areias e bichos, Também tem a Panapaná, traduzida em um bando de borboletas, um xadrez que misturava cinza com rosa, e a Madeira, que sugere os vincos não lineares da natureza, algumas em uma mistura explosiva de cores. Falando em cores, se destacam o bordô, o azul royal e o rosa, para aquecer os tons terrosos, sua maioria.

* Homem safado que quer seduzir, que vai ao safári para caçar, ele usa no pescoço como acessório um daqueles contadores, para depois comparar com os amigos para ver quem conseguiu mais “vítimas”. Sintetizando: ele é divertido, cheio de estilo e irresistível.

* Detalhe: a primeira fila estava tão cheia de homens bonitos quanto os que desfilaram na passarela. O casting ficou a cargo do promoter Caio Fischer e Glamurama, claro, adorou!

Fim da desfile da Reserva: descontração

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