Publicidade
A diretora Anna Muylaert retorna ao cenário internacional com o filme "A Melhor Mãe do Mundo", selecionado para a 75ª edição do Festival de Berlim, na prestigiada seção Berlinale Special. Esta nova produção retrata uma poderosa jornada de uma mãe que luta para escapar da violência doméstica enquanto protege seus filhos. A trama envolvente de uma mãe em fuga O filme conta a história de Gal, vivida por Shirley Cruz, uma catadora de materiais recicláveis. Decidida a fugir do marido violento, Leandro (interpretado por Seu Jorge), Gal coloca seus filhos, Rihanna e Benin, em sua carroça e atravessa a cidade de São Paulo. Durante a travessia, Gal enfrenta os desafios das ruas enquanto tenta transformar a experiência em uma aventura para os pequenos. Elenco estrelado e produção brasileira Além de Shirley Cruz e Seu Jorge, o elenco inclui Rihanna Barbosa, Benin Dailher, e Luedji Luna, com participações especiais de Katiuscia Canoro, Dexter, e Lourenço Martinelli. A produção é da +Galeria, um nome em ascensão no cinema brasileiro.
Imagem: Divulgação / Aline Arruda

Filme destaca a luta de uma mãe para proteger seus filhos da violência doméstica

A diretora Anna Muylaert retorna ao cenário internacional com o filme “A Melhor Mãe do Mundo”, selecionado para a 75ª edição do Festival de Berlim, na prestigiada seção Berlinale Special. Esta nova produção retrata uma poderosa jornada de uma mãe que luta para escapar da violência doméstica enquanto protege seus filhos.

O filme conta a história de Gal, vivida por Shirley Cruz, uma catadora de materiais recicláveis. Decidida a fugir do marido violento, Leandro (interpretado por Seu Jorge), Gal coloca seus filhos, Rihanna e Benin, em sua carroça e atravessa a cidade de São Paulo. Durante a travessia, Gal enfrenta os desafios das ruas enquanto tenta transformar a experiência em uma aventura para os pequenos.

Além de Shirley Cruz e Seu Jorge, o elenco inclui Rihanna Barbosa, Benin Dailher, e Luedji Luna, com participações especiais de Katiuscia Canoro, Dexter, e Lourenço Martinelli. A produção é da +Galeria, um nome em ascensão no cinema brasileiro.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter