Publicidade
Luiza Helena Trajano // Foto: Bob Wolfenson / PODER
Luiza Helena Trajano // Foto: Bob Wolfenson / PODER

O forte engajamento social do Magazine Luiza fez da gigante do varejo a empresa com a melhor imagem entre os consumidores brasileiros durante a crise ocasionada pelo novo coronavírus. É o que aponta um estudo da ESPM Rio sobre as mudanças de comportamento e consumo em tempos de isolamento social realizado entre os dias 28 de abril e 1° de maio. A pesquisa contou com 300 participantes e mostrou que as restrições de locomoção geraram um nível de consciência maior.

Logo no início da pandemia o Magalu anunciou medidas para reduzir os impactos causados pela Covid-19, preocupando-se com a segurança de funcionários e clientes e a saúde dos negócios. Como uma das empresárias mais importantes e influentes do Brasil, Luiza Helena Trajano, presidente do conselho do grupo, ajudou a elaborar as medidas do governo para socorrer pequenas, médias e grandes empresas.

Durante a crise, o grupo não demitiu nenhum dos 38 mil funcionários e quem não trabalha no e-commerce ou nos centros de distribuição está em casa. Segundo Luiza Trajano, que se diz “muito orgulhosa” com o resultado da pesquisa, é preciso manter empregos e também a calma. “Primeiro se faz o necessário, depois o possível e de repente você estará fazendo o impossível. Ninguém sabe como será, a gente só sabe que será diferente.”

Além da aceitação pública, os números do último balanço apresentado pelo Magazine Luiza também indicam um caminho positivo. A rede varejista teve forte aceleração das vendas desde abril, com seu braço de comércio eletrônico crescendo e compensando com sobras o fechamento de lojas físicas devido às medidas de isolamento social para conter a pandemia. Vendas totais subiram 7% em abril e 46% até maio. Apesar disso, companhia teve prejuízo ajustado de R$ 8 milhões no primeiro trimestre.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter