Publicidade

Considerada uma das mulheres mais belas do Brasil, Grazi Massafera conta que sofria com o estereótipo de “loira burra” na adolescência. A revelação foi feita pela atriz no podcast ‘Simples Assim’, que teve como tema vaidade e ditadura da beleza.

“Sofri com aquela musica famosa [do Gabriel, o Pensador]. Era um hino quando eu entrava no vôlei, que joguei durante anos. Cantavam a música para me desestabilizar, as próprias meninas [faziam isso]. Sempre teve boicote”, lembra ela.

Grazi também garante que colocar silicone nos seios a ajudaram na autoestima, que sempre se achou muito magricela: “Eu usava ombreiras que fazia em casa. Minha mãe é costureira, então eu tinha tudo ali. Colocava ombreira no seio. E não dava para desfilar de biquíni, porque na época miss tinha que ser ‘gostosona’. O padrão mudou todo de novo, agora até miss tem que ser magrela.”

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.

Instagram

Twitter