Publicidade
Fernando Teixeira de Camargo e a capa do livro

Uma nova batalha entre a luz e a escuridão está para acontecer. Um grupo antigo de magia negra volta para dominar o mundo e uma garota de 15 anos, de Nova York, é a única salvação. Shanti tem a visão de Krishna e sai em uma busca frenética para salvar o planeta, convocando amigos de diferentes religiões e culturas pelo mundo.

Gostou, glamurette? Essa é a história do livro “Shanti and the Magic Mandala” (Shanti e a Mandala Mágica), do brasileiro Fernando Teixeira de Camargo, que terá o seu primeiro livro de ficção editado pela inglesa Lodestone Books, com lançamento no dia 31 de outubro. “É uma história multicultural, com abordagem mística, uma grande aventura onde a fantasia se mistura com a realidade”, conta o autor, que é um arquiteto premiado, escreve também sobre viagens, ama os animais, é estudioso da Cabala e devoto da yoga e meditação.

O livro é indicado para adolescentes a partir de 12 anos, mas vale também para os adultos. Para garantir o seu, clique aqui. Aperte o play e saiba mais!

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter