Publicidade

Às vésperas do Dia das Mães, Joyce Pascowitch e Marina Person conversam sobre maternidade, cinema e vida na pandemia em live para o shopping Pátio Higienópolis. Marina, que é diretora, atriz e apresentadora, tem Lina, de 15 anos, sua enteada desde os 2, e compartilhou um pouco do que traz dos ensinamentos de sua mãe. Aos highlights da conversa!

MÃE E MATERNIDADE

“Quando meu pai morreu eu tinha entre 6 e 7 anos. Então, minha mãe foi mãe e pai desde que me lembro. Ela tinha só 29 anos com duas filhas e um teatro para administrar – o Auditório Augusta, que foi fundado pelo meu pai e era o ganha-pão da casa. A vida dela virou de cabeça pra baixo naquele momento e ela nunca reclamou. Aliás, esse é um ensinamento que tenho muito forte em mim: a vida é essa, o que nos foi dado é isso e não dá para ficar brigando com o destino. Tento passar isso diariamente para a Lina. Não é para considerar as coisas ruins que nos acontecem como injustiças. A vida tá aí, sabe? Outra coisa que aprendi com ela e passo para frente é a certeza de que tudo vai dar certo no final. Isso me traz tranquilidade!”

A VIDA NA PANDEMIA

“Confesso que achei que esse ano íamos estar mais acostumados. Mas, não. Quando percebemos que a coisa não ia voltar ao normal tão cedo foi um baque. Ano passado teve o negócio da descoberta e do medo: de pegar, de não ter trabalho, de faltar dinheiro. Mas agora, a sensação é diferente. De novo já é abril? Existe um cansaço… E as perdas ficam mais evidentes, mais duras, fora o número de mortes que é uma tragédia.”

Para conferir o papo na íntegra, play:

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.
Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise enfim leva seu Oscar…

Tom Cruise foi o grande nome do Governors Awards ao receber, após 45 anos de carreira, seu primeiro Oscar — um honorário. Em um discurso íntimo e preciso, ele relembrou a infância no cinema e reafirmou que fazer filmes “é quem ele é”. A entrega por Alejandro Iñárritu, seu novo parceiro em um projeto para 2026, reforçou o peso artístico do momento. Nos bastidores, o prêmio foi visto como aceno da Academia a um dos últimos astros capazes de mover massas ao cinema. Uma noite que selou não só um reconhecimento tardio, mas também a necessidade de Hollywood de se reconectar com sua própria grandeza.

Instagram

Twitter