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´Sedinha´, de Jac Leirner: uma das peças da mostra
Tradicionalmente preta por fora e branca por dentro, a Galeria Luisa Strina
inverteu tudo. A mudança faz parte da mostra internacional “This Is Not a Void”,
organizada pelo curador Jens Hoffmann e que abre nesta sexta-feira.


* Conhecido por suas curadorias que fogem do lugar-comum, o diretor do CCA
Wattis Institute for Contemporary Arts, em São Francisco, reuniu 37 artistas com
trabalhos que têm um toque imaterial, efêmero ou imperceptível, como uma seda,
assinada por Jac Leirner, e uma obra de Alexandre da Cunha que é um interfone,
pelo qual qualquer um pode ouvir uma conversa da própria Luisa Strina.


* A idéia partiu do tema da edição deste ano da Bienal de São Paulo, que abre
neste final de semana, e brinca com a noção de vazio e com o espaço. “Pode haver
arte num espaço vazio e ela pode criar uma experiência que vai além da ditadura
do objeto”, sintetiza o curador.

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