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Mara e Márcio Fainziliber no MAR

Márcio Fainziliber, presidente do conselho do Museu de Arte do Rio, o MAR, e sua mulher, Mara, também membro da organização, receberam uma turma de poderosos nessa quinta-feira em um jantar beneficente no último andar do prédio, que fica no centro da cidade. O objetivo foi levantar fundos e assim ampliar as atividades da Escola do Olhar, que funciona no mesmo endereço, buscando melhorar a formação artística na rede pública de ensino.

O evento teve o apoio da Fundação Roberto Marinho, que ajuda a manter o museu, da Christie’s, que bancou o buffet, da água Perrier e do champanhe Laurent Perrier, servidos por lá, além dos artistas Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, José Bechara, Angelo Venosa, Lucia Laguna e Gonçalo Ivo, que doaram obras para serem sorteadas entre as pessoas que pagaram R$ 2 mil por um ingresso. Roberto Cohen foi responsável pelo cerimonial. Antônio Neves da Rocha, a decoração. E Camila Pitanga atuou como mestre de cerimônias, todos sem cobrar cachê.

Nos centros das mesas, trabalhos do coletivo comunitário Morrinho. A noite teve ainda apresentação do Quinteto no Choro, formado por ex-alunos e hoje monitores do projeto Villa-Lobos e As Crianças. Quem foi? Vik Muniz e Malu Barreto, João Roberto Marinho, Antônio Dias, Carlito Carvalhosa, Van Van Seiler, Carlos Vergara, Luciana Caravello, Brenda Valansi, uma das sócias da ArtRio, José Wilker, Wanda Klabin, Débora Bloch, Bebel e Paulo Niemeyer, Guel Arraes, Carol Jabor, além de colecionadores como Jackie de Botton e Ronaldo Cezar Coelho, que arrematou “Meu Limão”, de Milhazes, em Nova York por mais de US$ 2 milhões e a lançou ao posto de brasileira mais valorizada no mercado.

Galerias internacionais importantes mandaram representantes como Gagosian, White Cube e Marian Goodman. Uma das mais simpáticas? Patricia Fainziliber, filha de Mara e Márcio, que ajudou os pais a recepcionar os convidados mais jovens – como Matthew Wood e Pedro Mendes – e, ao ficar incomodada com a lâmpada no teto perto da sua mesa durante o jantar, não hesitou: subiu na cadeira e virou o foco para outro lado, sem esperar por qualquer cavalheirismo.

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