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Variar nos temperos é o segredo para dar sabor às receitas || Créditos: Divulgação

Já contamos por aqui tudo sobre a plataforma Academia da Carne Friboi, canal que reúne conteúdo para transformar o público – dos mais leigos aos mais experientes – em verdadeiros mestres quando o assunto é carne bovina. Por lá, dicas, curiosidades e receitas sob os cuidados de quem mais entende do assunto: chefs e especialistas como Felipe Bronze, Ana Luiza Trajano, Jimmy McManis, Ivan Aschar, Clarice Chwartzmann, Flavio Myiamura, Carla Pernambuco, Mônica Rangel, Arthur Sauer, André Castro, Tereza Paim, Fabio Vieira e Kathia Zanatta, que dividem todo o seu know-how por meio de cursos em vídeo.

Glamurama está de olho em busca daquela inspiração na cozinha, e esta semana a pauta é o sal, ingrediente indispensável que depende de um frágil equilíbrio para se tornar perfeito. Ainda bem que a Friboi tem dicas preciosas para ajudar a encontrar o ponto certo do ingrediente e dar sabor às receitas. O segredo é variar nos temperos, por isso, do sal rosa do Himalaia à flor de sal, espia só oito sais ideais para dar sabor à receita!

Sal refinado
É extraído da água do mar através do processo de evaporação e depois refinado industrialmente. É composto basicamente por cloreto de sódio. A lei brasileira obriga a adição de 40 a 60 mg de iodo em cada kg do produto. O objetivo é prevenir doenças provocadas pela falta desse mineral.

Sal grosso
É o condimento preferido dos brasileiros no preparo das carnes para o churrasco. É tirado das salinas e não passa pelo refino. Também formado por cloreto de sódio, seus grânulos grossos dão uma sensação de explosão quando se dissolvem na boca. Leva iodo na mesma proporção do sal refinado.

Sal marinho
Composto  99% por cloreto de sódio, é o sal integral produzido nas salinas. Na prática, é o sal grosso que passa pela moagem. Seus grãos ficam um pouco menores do que os do sal grosso, mas um pouco maiores do que os do sal refinado.

Flor de sal
É como se fosse a nata do sal, extraído da camada superficial das salinas. Tem grãos mais delicados e translúcidos. É usado para realçar o sabor dos pratos após o cozimento. A sugestão é pegar alguns grãos crocantes e aplicar delicadamente no prato que vai ser servido.

Sal light
O sal light possui um sabor mais suave, mas não deixa de salgar os alimentos. É composto 50% por cloreto de sódio e 50% por cloreto de potássio. É ideal para os hipertensos e para pessoas que retêm líquidos. Mas o potássio é contra-indicado para quem tem problemas renais.

Sal defumado
Existem diversos tipos de sais defumados produzidos com métodos específicos de cada país. Geralmente são colocados sobre o calor do fogo produzido por madeiras nobres. O sal defumado francês, por exemplo, é feito na fumaça fria proveniente da queima de carvalho. Também é possível adicionar aromatizantes artificiais de fumaça a sais comuns, mas o gosto fica muito mais forte que os naturais.

Sal rosa do Himalaia
Considerado um dos sais mais puros do planeta e composto por mais de 70 minerais, o sal rosa do Himalaia é extraído de minas subterrâneas. Seu tom rosado é emprestado dos minerais presentes em sua composição como o manganês e o ferro. Combina com carnes grelhadas.

Sal avermelhado ou Sal avermelhado do Havaí
É um sal não refinado, proveniente do mar de Alaea. Rico em dióxido de ferro, esse sal tem uma coloração avermelhada. Seu sabor ferroso adocicado é bastante suave e pode ser usado em várias receitas de carnes e aves. Seus grãos são maiores que os do sal refinado e possuem vestígios de argila.

Para mais dicas como essa, para arrasar na cozinha, acesse a plataforma Academia da Carne Friboi!

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