Com design compacto, proposta sustentável e foco em uma nova geração de consumidores, o EX30 Ultra Twin Motor marca um momento estratégico para a Volvo no Brasil. O modelo, que combina eletrificação, tecnologia e performance, reflete a transformação da mobilidade e o avanço da marca na construção de uma relação mais próxima com públicos jovens e conectados. Em meio a esse cenário, o Glamurama conversou com Felipe Yagi, diretor de Marketing, Comunicação e Customer Experience da Volvo, sobre o posicionamento do novo veículo, o papel das experiências imersivas na comunicação da marca e os desafios de dialogar com diferentes perfis de consumidores em um mercado em rápida evolução.
Com design compacto, proposta sustentável e foco em uma nova geração de consumidores, o EX30 Ultra Twin Motor marca um momento estratégico para a Volvo no Brasil. O modelo, que combina eletrificação, tecnologia e performance, reflete a transformação da mobilidade e o avanço da marca na construção de uma relação mais próxima com públicos jovens e conectados. Em meio a esse cenário, o Glamurama conversou com Felipe Yagi, diretor de Marketing, Comunicação e Customer Experience da Volvo, sobre o posicionamento do novo veículo, o papel das experiências imersivas na comunicação da marca e os aprendizados que vêm orientando a estratégia da marca em um mercado em rápida evolução.
O EX30 tem sido apresentado como um modelo que dialoga com novas gerações de consumidores. Como a Volvo está adaptando sua estratégia de marketing para se conectar com esse público mais jovem?
A chegada do EX30 em nosso portfólio trouxe a oportunidade de expandir nosso público-alvo no mercado brasileiro. Além de trazer um preço mais acessível, é um carro criado com características fortes de sustentabilidade, segurança e eletrificação. As novas gerações buscam esses conceitos em suas marcas e produtos de preferência, e o EX30 tem se conectado muito bem com esse público. A nossa campanha para o lançamento do EX30 Ultra Twin é um exemplo que mostra como apostamos nesse público consumidor em nossa comunicação. Ao trazer a Rayssa Leal, uma das maiores atletas brasileiras da atualidade, buscamos essa conexão genuína com o público.
A Volvo hoje é uma das marcas que mais investem em eletrificação no Brasil. Como o EX30 contribui para fortalecer esse posicionamento e ampliar o acesso ao universo premium elétrico da marca?
Em 2025, a Volvo teve o seu melhor ano de vendas no país, com 9.721 unidades. O EX30 é um dos grandes responsáveis pelo crescimento da marca no país, ao ser um dos veículos elétricos mais vendidos do Brasil. A oferta competitiva desse modelo, em conjunto com a maior rede de recarga rápida do país, com mais de 75 eletropostos espalhados pelo território nacional, reforça o nosso posicionamento premium e eletrificado.
A Volvo tem investido cada vez mais em experiências imersivas, como esta ativação no Parque Villa-Lobos. Qual o papel dessas experiências na construção da relação entre marca, tecnologia e consumidor?
Trazer essa experiência para o Parque Villa-Lobos, que é um dos marcos da nossa cidade, simboliza nossa busca constante por conexão com o público. Existe algo que sempre será central para a Volvo: a segurança de quem quer explorar o mundo com mais autonomia. E isso as pessoas puderam experimentar de forma única no último sábado. Colocar as pessoas em contato direto com o EX30 e permitir que testem a performance do carro acaba gerando recordações marcantes, que fortalecem a relação com a marca.
Depois de uma experiência internacional liderando o marketing na África do Sul, o que você traz de aprendizado para a estratégia da Volvo no Brasil neste momento de transformação da mobilidade?
A experiência na África do Sul foi desafiadora e muito enriquecedora. É um país com aspectos socioeconômicos semelhantes aos do Brasil e de outros países da América Latina, mas com uma cultura extremamente diversa. O grande aprendizado que trago dessa experiência é que a Volvo mantém o mesmo posicionamento e os mesmos valores em qualquer lugar do mundo, mas a forma de se conectar genuinamente com o consumidor local pode variar bastante. Essa vivência ampliou meu olhar para entender que cada região do Brasil deve ser tratada de maneira diferente. O consumidor do Nordeste não é o mesmo do Sudeste ou do Sul, e precisamos ajustar nossa comunicação com base nessas particularidades.