Quando um único dispositivo acompanha todos os ritmos do dia

Foto Reprodução Intagram @samsungbrasil

Entre telas, rotinas cada vez mais móveis e a busca por experiências que acompanhem diferentes momentos do dia, o tablet deixou de ser apenas um acessório tecnológico para assumir um papel central no lifestyle contemporâneo. Seja para trabalhar de qualquer lugar, estudar, jogar, criar conteúdo ou simplesmente consumir entretenimento com mais conforto, o dispositivo se transformou em um verdadeiro hub pessoal. É nesse contexto que a Samsung amplia seu portfólio no Brasil e reforça sua visão de ecossistema conectado, apresentando novidades como o Galaxy Tab S11 Ultra e o Galaxy Tab A11+.

Para entender como a marca equilibra tecnologia, experiência e estilo de vida, conversamos com Rafael Araújo, gerente sênior de produto de Mobile Experience da Samsung Brasil. Com mais de 15 anos de atuação no mercado de tecnologia, ele é hoje responsável pelas categorias de tablets, notebooks e wearables da empresa no país. A seguir, Rafael fala sobre experiência unificada, cloud gaming, inteligência artificial aplicada ao dia a dia e o futuro do tablet como dispositivo híbrido dentro do ecossistema Galaxy.

Rafael Araujo – Foto Divulgação

Samsung apresentou o Galaxy Tab S11 Ultra destacando diferenciais para o público gamer durante a Brasil Game Show, enquanto o Galaxy Tab A11+ chega com foco em produtividade, IA e acessibilidade. Como a Samsung constrói um portfólio de tablets que conversa com perfis tão distintos sem segmentar demais a experiência do usuário?

A Samsung constrói o portfólio de tablets a partir de um mesmo DNA de experiência Galaxy, independentemente do perfil do usuário. O que muda entre modelos como o Galaxy Tab S11 Ultra e o Galaxy Tab A11+ não é a lógica de uso, mas a profundidade com que cada recurso é explorado. Interfaces, serviços, integração com o ecossistema e recursos de produtividade seguem consistentes, enquanto performance, tela e capacidades avançadas escalam conforme o perfil. Isso permite que um usuário transite dentro do portfólio ao longo do tempo sem precisar reaprender a usar o dispositivo, mantendo uma experiência contínua, intuitiva e familiar.

No Galaxy Tab S11 Ultra, vemos avanços importantes em desempenho, tela e compatibilidade com cloud gaming. O Brasil já é um mercado maduro para esse tipo de experiência gamer em nuvem ou a Samsung também enxerga esse lançamento como um movimento de educação do consumidor?

O Brasil já demonstra um nível relevante de maturidade para o cloud gaming, principalmente pelo avanço da conectividade, do 5G e do consumo de serviços digitais. Ao mesmo tempo, ainda existe um papel importante de educação do consumidor, especialmente quando falamos de experiências premium em telas maiores e com melhor taxa de atualização. O Galaxy Tab S11 Ultra atende quem já busca esse tipo de uso hoje, mas também ajuda a mostrar, na prática, como desempenho, tela e conectividade podem transformar a forma de jogar. É uma combinação entre atender uma demanda existente e acelerar a evolução do mercado.

Recursos de inteligência artificial, como o Eliminador de Ruído, o Assistente Matemático e a integração com o Gemini, aparecem cada vez mais como diferenciais práticos no dia a dia. Como a Samsung define quais aplicações de IA realmente fazem sentido para tablets e não apenas como recursos “de vitrine”?

Na Samsung, a IA só vira recurso de produto quando ela resolve um problema concreto do usuário. No tablet, isso passa muito por produtividade, aprendizado e criação de conteúdo. Ferramentas como o Assistente Matemático, o Eliminador de Ruído ou a integração com o Gemini não existem apenas como diferenciais técnicos, mas para economizar tempo, reduzir fricção e tornar tarefas do dia a dia mais simples. Tablets são dispositivos de uso prolongado e a IA precisa acompanhar essa lógica: ser contextual, intuitiva e realmente útil, não algo que o usuário ativa uma vez e esquece.

Olhando para o futuro, como você enxerga a evolução do papel do tablet dentro do ecossistema Galaxy: ele tende a se aproximar ainda mais de um computador, de um console de jogos ou a se consolidar como um dispositivo híbrido com identidade própria?

O tablet tende a se consolidar cada vez mais como um dispositivo híbrido que se adapta a diferentes contextos de uso, complementando computadores e consoles dentro do ecossistema Galaxy. Neste sentido, ele ocupa um papel único: é mais portátil e intuitivo que um PC, mais produtivo e imersivo que um smartphone e mais versátil que um dispositivo dedicado a jogos. Com recursos como o Samsung DeX — que transforma a interface do tablet em um ambiente semelhante ao de um computador —, com janelas e multitarefa avançada, além da integração entre telas, IA aplicada e conectividade avançada, o tablet se torna um ponto central da experiência conectada, adaptando-se ao contexto do usuário — seja para trabalhar, estudar, criar ou se divertir.

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