Publicidade
Sylvie Mutiene
Sylvie Mutiene com seu marido Jean de Dieu Lusongadio. Foto: Silvana Garzaro/divulgação

A vida da refugiada Sylvie Mutiene, que era advogada na República Democrática do Congo e trabalhou como faxineira quando chegou ao Brasil, vai virar filme pelo Estúdio Escarlate. Com coprodução de Laura Malin e argumento de Dani Lima, o projeto dará foco ao acolhimento que ela teve aqui. Sylvie, que hoje é analista de logística de uma multinacional em São Paulo, viajou escondida no porão de um navio com os filhos pequenos e chegou a Santos em 2013. Sem saber do paradeiro do marido durante um ano, ela o reencontrou por acaso na ONG que a recebeu. História de cinema.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump, Hollywood e um déjà-vu que ninguém pediu

Trump tenta ressuscitar a franquia Rush Hour ao se aproximar de investidores e de Brett Ratner, num movimento que parece mais político do que cinematográfico. A proposta mistura nostalgia, estratégia cultural e a tentativa de reabilitar nomes controversos, mas enfrenta um mercado que não demonstra demanda real por um quarto filme. O episódio revela mais sobre a necessidade de Trump de reafirmar sua persona pública do que sobre qualquer impulso criativo em Hollywood.

Instagram

Twitter