Há cheiros capazes de trazer de volta uma lembrança antes mesmo que ela seja nomeada. É a partir dessa relação entre memória, tempo e fragrância que a Le Labo apresenta a Papyrus 20, nova integrante de sua coleção de Velas Clássicas.

A criação parte de um material que atravessou séculos como suporte para histórias: o papiro. Utilizado por civilizações antigas para registrar palavras e preservar narrativas, ele surge aqui como ponto de partida para uma reflexão sobre aquilo que permanece e aquilo que, como um perfume no ar, existe apenas por alguns instantes.

“O desejo de preservar o que é significativo permeia a história, conectando-nos a nós mesmos e a algo muito maior. PAPYRUS 20 é a nossa ode a esse desejo ancestral, e à fragrância como guardiã do efêmero”, afirma Deborah Royer, presidente global da marca e diretora criativa da Le Labo Fragrances.

Entre notas terrosas e florais

No centro da composição está o cipriol, ingrediente associado ao antigo papiro e responsável por trazer profundidade terrosa à fragrância.
A nota encontra o caráter floral do ylang-ylang, o calor do ládano e um acorde de almíscar. O resultado trabalha justamente o contraste entre permanência e fugacidade, transformando a casa em espaço para uma experiência olfativa mais contemplativa.

A proposta acompanha a linguagem da Le Labo, que costuma tratar a perfumaria para além do aroma imediato, relacionando ingredientes a histórias, lugares e sensações.

Um objeto feito para permanecer no ambiente

Produzida à mão nos Estados Unidos, a Papyrus 20 utiliza uma alta concentração de óleos de fragrância, combinação própria de ceras e pavios feitos com fibras naturais.

A vela vem em recipiente de vidro e na tradicional embalagem de papel kraft da marca, com etiqueta personalizada.
Com 245 g, a Papyrus 20 chega globalmente nesta terça-feira, 13 de outubro, pelo valor de R$ 710.

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